sábado, 10 de setembro de 2011

RESONSABILIDADES POLÍTICAS



Tenho percebido, claramente, um pequeno despertar da sociedade brasileira com as ocorrências políticas dos últimos anos. Convocações para marchas e manifestações começam a surgir sistematicamente, com algumas sendo realizadas, principalmente contra a corrupção.





Algumas propostas de desobediência civil também já aparecem, mas por ser radicalmente contra, sequer discuto o mérito da questão, pensando ser esse caminho, o daqueles que continuam com idéias baseadas em princípios ideológicos guerrilheiros, que já foram testados e fracassaram em diversas partes do mundo.

O país precisa, pelo contrário, de brasileiros que, legalmente, se candidatem e assumam todos os cargos públicos que estiverem aptos a executar e, com isso, realizar uma verdadeira faxina nesse país, pois entendo que a mudança precisa ser em todos os níveis, de todos os poderes, Executivo, Judiciário e Legislativo.

Não se pode mais conviver com a situação atualmente posta, quando José Sarney está em seu quarto mandato como presidente do Senado, sua família há décadas comanda politicamente o Maranhão, estado mais pobre e atrasado do país, mas, quando acusado, não poder ser tratado “como qualquer um”, como disse o ex-presidente Lula, por já haver sido Presidente da República.

Nos últimos dez anos a corrupção tomou proporções jamais vistas no país, tanto que atualmente já estamos vendo até ministros e senadores se dirigirem a um quarto de hotel para audiências com aquele que o Procurador Geral da República acusa de “Chefe da Quadrilha” do Mensalão do PT.

Alguns afirmam que a corrupção sempre existiu e que não se pode responsabilizar um determinado governo ou partido, mas o que facilmente se constata, até por notícias recentemente publicadas, é que nenhum ex-presidente do chamado “regime militar” saiu do governo com algum bem material a mais do que quando entrou. Todos eram e continuaram sendo homens de poucas posses e assim morreram. Literalmente, isso não é o que recentemente assiste a população brasileira.

Não estou defendendo o regime militar, simplesmente fazendo constatações e, sem dúvida, essa foi a época em que mais se investiu na infraestrutura brasileira, como pode ser facilmente comprovado pela época das construções de todas as nossas principais hidrelétricas, rodovias, ferrovias e hidrovias. Após décadas sem investimentos e com as manutenções insuficientes, o que vemos atualmente no país é um verdadeiro fracasso, quando se refere aos investimentos nessas áreas fundamentais para qualquer projeto de crescimento.

Enquanto os cidadãos conscientes da população brasileira não se rebelarem e, como verdadeiros donos do poder, remover de seus cargos essas pessoas, como estão fazendo nos países árabes com seus tiranos e aqui já fizemos com o Presidente Collor, essa situação não será alterada.

Porém, como não vejo cidadãos brasileiros dispostos a assumir os cargos públicos hoje dominados pelos corruptos, penso que a questão fundamental a ser tratada é a conscientização política da população e o incentivo à introdução dos homens de bem na vida pública.

Derrubar os corruptos sem que cidadãos patriotas e bem intencionados assumam seus postos, certamente provocará um caos ainda maior no país, com pessoas mais inescrupulosas assumindo esses cargos.

Precisamos mudar o quadro atual, colocando os corruptos em seu devido lugar, a cadeia, mas, além disso, precisamos de um projeto duradouro, de longo prazo, para que o país não volte a ter pessoas assim, com cargos em nenhum dos poderes constituídos.

Só exterminaremos definitivamente a corrupção nos cargos públicos, com a entrada, na vida pública, de homens de bem, com intenções exclusivamente patrióticas, como alguns que já governaram este país.


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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

A MARCHA CONTRA A CORRUPÇÃO





Este sete de setembro foi muito divulgado nas capitais, a marcha contra a corrupção organizada por redes sociais, Foi uma manifestação ampla de todos aqueles que resistem à banalização da corrupção e preservam a capacidade de indignação, durante o desfile cívico-militar em comemoração ao Dia da Pátria.
Os manifestantes apareceram com faixas, cartazes, vassouras representando a faxina na política, nariz de palhaço e roupa preta.
Me chamou atenção não vi como acontecia anos anteriores o grito dos excluídos lá estava CUT, UNE,MST.
..Este ano eu não vi estas siglas na marcha contra corrupção......

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

7 DE SETEMBRO?


7 DE SETEMBRO?
HÁ O QUE COMEORAR? EU ACHO QUE NÃO.
Congresso corrupção discara da mente todo momento.Nossos representantes na mídia envolvido em corrupção CPI tornam-se pizza basta não temos o que comemorar.
O 7 DE SETEMBRO SERA ISSO QUE VAMOS COMEMORAR
roubos ,insegurança, sem educação ,sem escola,sem comida, sem saúde,sem casa, sem pátria , assim que a maioria do povo Brasileiro se sente falta tudo para nos povão saúde trabalho segurança dignidade para isso precisemos de representantes com Carater para nos representar nos poderes constituídos salário digno para todos não só para políticos juizes etc.
Eu me sinto escravo desta pátria . Não temos o que comemorar.Somos esquecidos.

INDEPENDENCIA DO BRASIL O QUE E ISSO?

já saio de casa pagando tudo transporte.Sem condições apertado (ônibus metro etc). Tudo que pago e imposto e os político de carro ou avião pago com nossos impostos.
A independência do Brasil é da elite dos que comandam este pais com interesse próprio para si e seus partidos e seus amigos a minoria.
Nos a maioria, povão pagomos com os imposto essa elite de poucos.
Não tenho o que comemorar.

PAGAMOS IMPOSTOS E NÃO TEMOS RETORNO.

E não adianta reclamar nossos representantes não estão nem ai para população.
Deputados já falaram, ex Sérgio Moraes PTB-RS “Estou me lixando para a opinião pública”Na minha cidade reclamamos de buracos na rua Dom Pedro II a mais de mês foi publicado no jornal CORREIO DO PAMPA.

E nosso prefeito Wainer Machado(PSB) não esta nem ligando para nosso manifesto dos moradores do bairro wilsom ai eu pergunto temos que comemorar o 7 de setembro quando nossos impostos não temos retorno e vão não sei para onde? Somos esquecidos só lembrado nas eleições o sistema e assim política e a arte de enganar e mentir.


Fraudes, desvios de verbas públicas, uso de laranjas para destinar dinheiro de emendas parlamentares. O brasileiro já está acostumado a ver diariamente escândalos nos jornais.

Jaqueline Roriz (PMN –DF)Flagrada em vídeo recebendo dinheiro do delator do escândalo que ficou conhecido como Caixa de Pandora, no ano passado, a parlamentar se livrou da cassação com o aval de 265 deputados, que votaram por sua permanência na Casa. A absolvição de Jaqueline Roriz. Porém, como o voto foi secreto, não é possível saber quem a defendeu no plenário.

O que se viu na Câmara foi mais uma demonstração de como é diferente a ética da elite política brasileira. Desde a formação do Brasil, quando a colônia portuguesa foi loteada em capitanias hereditárias e cada pedaço foi dado a um integrante da elite política da época para que o explorasse o máximo que pudesse, ficou estabelecido que o mandatário no Brasil podia se valer da coisa pública como se fosse dele. O país não está mais loteado, mas é essa a lógica que persiste: os mandatários continuam agindo como se assim fosse.

É uma falácia o lugar comum usado por muitos políticos de que o Congresso é a representação do povo brasileiro. Em primeiro lugar, ela desconhece as distorções que há no sistema representativo do país. Mas, especialmente, ignora o principal: trata-se de um sistema político caro e excludente, que impede e desestimula as pessoas comuns de ingressarem na política.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Políticas destrutivas


5 de setembro de 2011 por João Bosco Leal

A grande maioria dos artistas, intelectuais e jornalistas brasileiros sempre se esforçou muito pelo crescimento do Partido dos Trabalhadores, PT, e, depois de várias tentativas fracassadas, festejou muito com a posse de Lula na Presidência da República.

A bandeira do partido sempre foi a da honestidade, do fim da corrupção a defesa dos interesses dos trabalhadores e a implantação do socialismo no país. As críticas ao capitalismo selvagem e às privatizações das empresas estatais eram também bandeiras do partido.

Na grande maioria dos estados brasileiros centenas de seus membros tomaram posse nos mais diversos cargos dos três poderes constituídos, alguns eleitos, mas a grande maioria indicado simplesmente por pertencer aos quadros do partido.

As diversas correntes internas desse partido passaram a querer impor ao país seus ideais socialistas, marxistas, leninistas, maoístas, comunistas, ou qualquer outro do gênero, mas demorou muito pouco para que a população começasse a perceber o fracasso da implantação de muitas idéias atualmente indefensáveis desses regimes políticos, como a reforma agrária, onde bilhões de reais foram gastos.

Nenhum resultado positivo, seja na independência econômica das famílias assentadas ou no aumento da produção agrícola brasileira foi alcançado, apesar de alguns dados governamentais mascararem dados, dizendo que a agricultura familiar produz hoje a grande maioria do leite, feijão, mandioca, hortaliças e das granjas de aves do país, quando na realidade esses produtos sempre foram produzidos pelos pequenos produtores rurais, o que é muito diferente de assentados pela reforma agrária.

Os pequenos agricultores, sitiantes, sempre existiram, e durante décadas foram, e continuam sendo, os responsáveis pela produção dos produtos não mecanizados como as hortaliças, principalmente pela não viabilidade econômica da mecanização de pequenas áreas. Diversos municípios brasileiros são famosos pela concentração de colônias de descendentes de imigrantes de países distintos, que se dedicavam a produções específicas, como aves e ovos, onde a família toda trabalha.

Outros produtos, de subsistência para as famílias assentadas, como a mandioca, que pode produzida com mão de obra totalmente desqualificada, normalmente só é produzida para consumo próprio, não gerando nenhum retorno econômico.

O desencanto com esses ideais também pode ser observado na idéia de estatizações, da contrariedade às privatizações, que levaram ao colapso praticamente total e generalizado da infraestrutura brasileira comandada pelo governo, como rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos, além da geração de energia.

Declarações de ministros da própria área econômica do governo confirmam a impossibilidade do país crescer a taxas superiores a 5% ao ano, por falta de infraestrutura que suporte um crescimento dessa ordem, até pequeno em comparação aos outros países do grupo chamado BRIC.

Além de todos os fracassos apontados na tentativa de implantação de regimes políticos já abandonados em todos os países onde foram tentados, em nosso país os governos do Partido dos Trabalhadores estão se notabilizando pela grande quantidade de escândalos, quase sempre relacionados a incalculáveis desvios de recursos públicos.

Para se manter no poder depois de tantas acusações de corrupção, o partido político que sempre prometeu moralidade, associou-se aos tradicionais coronéis nordestinos, que continuam enriquecendo cada vez mais, às custas de uma população cada vez mais miserável.


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domingo, 4 de setembro de 2011

LEIAM POIS SOMOS FEITOS DE PALHAÇO.





Este texto foi publicado hoje, 28-06-2011 pelo site Yahoo.




Espero que leiam e pensem.




O Brasil tem o carro mais caro do mundo. Por quê?




Os principais argumentos das montadoras para justificar o alto preço do automóvel vendido no Brasil são a alta carga tributária e a baixa escala de produção. Outro vilão seria o alto valor da mão de obra, mas os fabricantes não revelam quanto os salários - e os benefícios sociais - representam no preço final do carro. Muito menos os custos de produção, um segredo protegido por lei. A explicação dos fabricantes para vender no Brasil o carro mais caro do mundo é o chamado Custo Brasil, isto é, a alta carga tributária somada ao custo do capital, que onera a produção. Mas as histórias que você verá a seguir vão mostrar que o grande vilão dos preços é, sim, o Lucro Brasil. Em nenhum país do mundo onde a indústria automobilística tem um peso importante no PIB, o carro custa tão caro para o consumidor. A indústria culpa também o que chama de Terceira Folha pelo aumento do custo de produção: os gastos com funcionários, que deveriam ser papel do estado, mas que as empresas acabam tendo que assumir como condução, assistência médica e outros benefícios trabalhistas. Com um mercado interno de um milhão de unidades em 1978, as fábricas argumentavam que seria impossível produzir um carro barato. Era preciso aumentar a escala de produção para, assim, baratear os custos dos fornecedores e chegar a um preço final no nível dos demais países produtores. Pois bem:


O Brasil fechou 2010 como o quinto maior produtor de veículos do mundo e como o quarto maior mercado consumidor, com 3,5 milhões de unidades vendidas no mercado interno e uma produção de 3,638 milhões de unidades. Três milhões e meio de carros não seria um volume suficiente para baratear o produto?


Quanto será preciso produzir para que o consumidor brasileiro possa comprar um carro com preço equivalente ao dos demais países? Segundo Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, é verdade que a produção aumentou, mas agora ela está distribuída em mais de 20 empresas, de modo que a escala continua baixa. Ele elegeu um novo patamar para que o volume possa propiciar uma redução do preço final: cinco milhões de carros. A carga tributária caiu. O imposto, o eterno vilão, caiu nos últimos anos. Em 1997, o carro 1.0 pagava 26,2% de impostos, o carro com motor até 100hp recolhia 34,8% (gasolina) e 32,5% (álcool). Para motores mais potentes o imposto era de 36,9% para gasolina e 34,8% a álcool. Hoje - com os critérios alterados - o carro 1.0 recolhe 27,1%, a faixa de 1.0 a 2.0 paga 30,4% para motor a gasolina e 29,2% para motor a álcool. E na faixa superior, acima de 2.0, o imposto é de 36,4% para carro a gasolina e 33,8% a álcool. Quer dizer: o carro popular teve um acréscimo de 0,9 ponto percentual na carga tributária, enquanto nas demais categorias o imposto diminuiu: o carro médio a gasolina paga 4,4 pontos percentuais a menos. O imposto da versão álcool/flex caiu de 32,5% para 29,2%. No segmento de luxo, o imposto também caiu: 0,5 ponto no carro e gasolina (de 36.9% para 36,4%) e 1 ponto percentual no álcool/flex. Enquanto a carga tributária total do País, conforme o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, cresceu de 30,03% no ano 2000 para 35,04% em 2010, o imposto sobre veículo não acompanhou esse aumento. Isso sem contar as ações do governo, que baixou o IPI (retirou, no caso dos carros 1.0) durante a crise econômica. A política de incentivos durou de dezembro de 2008 a abril de 2010, reduzindo o preço do carro em mais de 5% sem que esse benefício fosse totalmente repassado para o consumidor. As montadoras têm uma margem de lucro muito maior no Brasil do que em outros países. Uma pesquisa feita pelo banco de investimento Morgan Stanley, da Inglaterra, mostrou que algumas montadoras instaladas no Brasil são responsáveis por boa parte do lucro mundial das suas matrizes e que grande parte desse lucro vem da venda dos carros com aparência fora de estrada.


Derivados de carros de passeio comuns, esses carros ganham uma maquiagem e um estilo aventureiro. Alguns têm suspensão elevada, pneus de uso misto, estribos laterais e para choque saliente. Outros têm faróis de milha e, alguns, o estepe na traseira, o que confere uma aparência mais esportiva. A margem de lucro é três vezes maior que em outros países. O Banco Morgan concluiu que esses carros são altamente lucrativos, têm uma margem muito maior do que a dos carros dos quais são derivados. Os técnicos da instituição calcularam que o custo de produção desses carros, como o CrossFox, da Volks, e o Palio Adventure, da Fiat, é 5 a 7% acima do custo de produção dos modelos dos quais derivam: Fox e Palio Weekend. Mas são vendidos por 10% a 15% a mais. O Palio Adventure (que tem motor 1.8 e sistema locker), custa R$ 52,5 mil e a versão normal R$ 40,9 mil (motor 1.4), uma diferença de 28,5%. No caso do Doblò (que tem a mesma configuração), a versão Adventure custa 9,3% a mais.


O analista Adam Jonas, responsável pela pesquisa, concluiu que, no geral, a margem de lucro das montadoras no Brasil chega a ser três vezes maior que a de outros países.

O Honda City é um bom exemplo do que ocorre com o preço do carro no Brasil. Fabricado em Sumaré, no interior de São Paulo, ele é vendido no México por R$ 25,8 mil (versão LX).


Neste preço está incluído o frete, de R$ 3,5 mil, e a margem de lucro da revenda, em torno de R$ 2 mil. Restam, portanto R$ 20,3 mil. Adicionando os custos de impostos e distribuição aos R$ 20,3 mil, teremos R$ 16.413,32 de carga tributária (de 29,2%) e R$ 3.979,66 de margem de lucro das concessionárias (10%). A soma dá R$ 40.692,00. Considerando que nos R$ 20,3 mil faturados para o México a montadora já tem a sua margem de lucro, o Lucro Brasil (adicional) é de R$ 15.518,00: R$ 56.210,00 (preço vendido no Brasil) menos R$ 40.692,00. Isso sem considerar que o carro que vai para o México tem mais equipamentos de série: freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo: 1.5 de 116cv. Será possível que a montadora tem um lucro adicional de R$ 15,5 mil num carro desses? O que a Honda fala sobre isso?


Nada. Consultada, a montadora apenas diz que a empresa não fala sobre o assunto. Na Argentina, a versão básica, a LX com câmbio manual, airbag duplo e rodas de liga leve de 15 polegadas, custa a partir de US$ 20.100 (R$ 35.600), segundo o Auto Blog. Já o Hyundai ix35 é vendido na Argentina com o nome de Novo Tucson 2011 por R$ 56 mil, 37% a menos do que o consumidor brasileiro paga por ele: R$ 88 mil. Porque o mesmo carro é mais barato na Argentina e no Chile? A ACARA, Associacion de Concessionários de Automotores De La Republica Argentina, divulgou em fevereiro, no congresso dos distribuidores dos Estados Unidos (N.A.D.A), em São Francisco, os valores comercializados do Corolla nos três países. No Brasil o carro custa U$ 37.636,00, na Argentina U$ 21.658,00 e nos EUA U$ 15.450,00. O consumidor paraguaio paga pelo Kia Soul U$ 18 mil, metade do preço do mesmo carro vendido no Brasil. Ambos vêm da Coreia. Não há imposto que justifique tamanha diferença de preço. Outro exemplo de causar revolta: o Jetta é vendido no México por R$ 32,5 mil. No Brasil esse carro custa R$ 65,7 mil.


Quer mais? O Gol I-Motion com airbags e ABS fabricado no Brasil é vendido no Chile por R$ 29 mil. Aqui custa R$ 46 mil. A Volkswagen não explica a diferença de preço entre os dois países. Solicitada pela reportagem, enviou o seguinte comunicado: As principais razões para a diferença de preços do veículo no Chile e no Brasil podem ser atribuídas à diferença tributária e tarifária entre os dois países e também à variação cambial.


Questionada, a empresa enviou nova explicação: As condições relacionadas aos contratos de exportação são temas estratégicos e abordados exclusivamente entre as partes envolvidas. Nenhum dirigente contesta o fato de o carro brasileiro ser caro, mesmo considerando o preço FOB: o custo de produção, sem a carga tributária. Mas o assunto é tão evitado que até mesmo consultores independentes não arriscam falar, como o nosso entrevistado, um ex-executivo de uma grande montadora, hoje sócio de uma consultoria, e que pediu para não ser identificado. Ele explicou que no segmento B do mercado, onde estão os carros de entrada, Corsa, Palio, Fiesta, Gol, a margem de lucro não é tão grande, porque as fábricas ganham no volume de venda e na lealdade à marca. Mas nos segmentos superiores o lucro é bem maior.


O que faz a fábrica ter um lucro maior no Brasil do que no México, segundo consultor, é o fato do México ter um mercado mais competitivo. City é mais barato no México do que no Brasil por causa do drawback. Um dirigente da Honda, ouvido em off, responsabilizou o drawback, para explicar a diferença de preço do City vendido no Brasil e no México. O drawback é a devolução do imposto cobrado pelo Brasil na importação de peças e componentes importados para a produção do carro. Quando esse carro é exportado, o imposto que incidiu sobre esses componentes é devolvido, de forma que o valor base de exportação é menor do que o custo industrial, isto é: o City é exportado para o México por um valor menor do que os R$ 20,3 mil. Mas quanto é o valor dos impostos das peças importadas usadas no City feito em Sumaré? A fonte da Honda não responde, assim como outros dirigentes da indústria se negam a falar do assunto. Ora, quanto poderá ser o custo dos equipamentos importados no City? Com certeza é menor do que a diferença de preço entre o carro vendido no Brasil e no México (R$ 15 mil). A propósito, não se deve considerar que o dólar baixo em relação ao real barateou esses componentes?


A conta não bate e as montadoras não ajudam a resolver a equação. O que acontece com o Honda City é apenas um exemplo do que se passa na indústria automobilística. Apesar da grande concorrência, nenhuma das montadoras ousa baixar os preços dos seus produtos. Uma vez estabelecido, ninguém quer abrir mão do apetitoso Lucro Brasil. Ouvido pela AutoInforme, quando esteve em visita a Manaus, o presidente mundial da Honda, Takanobu Ito, respondeu que, retirando os impostos, o preço do carro do Brasil é mais caro que em outros países porque aqui se pratica um preço mais próximo da realidade. Lá fora é mais sacrificado vender automóveis. Ele disse que o fator câmbio pesa na composição do preço do carro Brasil, mas lembrou que o que conta é o valor percebido.


O que vale é o preço que o mercado paga. E por que o consumidor brasileiro paga mais do que os outros? Eu também queria entender - respondeu Takanobu Ito - a verdade é que o Brasil tem um custo de vida muito alto. Até o McDonald aqui é o mais caro do mundo. Se a moeda for o Big Mac - confirmou Sérgio Habib, que foi presidente da Citroën e hoje é importador da chinesa JAC - o custo de vida do brasileiro é o mais caro do mundo. O sanduíche custa U$ 3,60 lá e R$ 14,00 aqui. Sérgio Habib investigou o mercado chinês durante um ano e meio à procura por uma marca que pudesse representar no Brasil. E descobriu que o governo chinês não dá subsídio à indústria automobilística; que o salário dos engenheiros e dos operários chineses não é menor do que o dos brasileiros. Tem muita coisa torta no Brasil - concluiu o empresário, não é o carro. Um galpão na China custa R$ 400,00 o metro quadrado, no Brasil custa R$ 1,2 mil. O frete de Xangai e Pequim custa U$ 160,00 e de São Paulo a Salvador R$ 1,8 mil. Para o presidente da PSA Peugeot Citroën, Carlos Gomes, os preços dos carros no Brasil são determinados pela Fiat e pela Volkswagen. As demais montadoras seguem o patamar traçado pelas líderes, donas dos maiores volumes de venda e referência do mercado, disse. Fazendo uma comparação grosseira, ele citou o mercado da moda, talvez o que mais dita preço e o que mais distorce a relação custo e preço: Me diga, por que a Louis Vuitton deveria baixar os preços das suas bolsas?, questionou. Ele se refere ao valor percebido pelo cliente. É isso que vale.


O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil. Por que baixar o preço se o consumidor paga?, explicou o executivo. Em 2003, quando foi lançado, o EcoEsport, da Ford, não tinha concorrente. Era um carro diferente, inusitado. A Ford cobrou caro a exclusividade: segundo informações de uma fonte que tinha grande ligação com a empresa na época, e conhecia os custos do produto, o carro tinha uma margem líquida de US$ 5 mil. A montadora põe o preço lá em cima. Se colar, colou. Quando um carro não tem concorrente direto, a montadora joga o preço lá pra cima, disse um dirigente do setor. É usual, até, a fábrica lançar o carro a um preço acima do pretendido, para tentar posicionar o produto num patamar mais alto. Se colar, colou. Caso contrário, passa a dar bônus à concessionárias até reposicionar o modelo num preço que o consumidor está disposto a pagar. Um exemplo recente revela esse comportamento do mercado. A Kia fez um pedido à matriz coreana de dois mil Sportage por mês, um volume que, segundo seus dirigentes, o mercado brasileiro poderia absorver. E já tinha fixado o preço: R$ 75 mil. Às vésperas do lançamento soube que a cota para o Brasil tinha sido limitada a mil unidades. A importadora, então, reposicionou o carro num patamar superior, para R$ 86 mil. E, como já foi dito aqui: pra que vender por R$ 75 mil se tem fila de espera pra comprar por R$ 86 mil? A versão com câmbio automático, vendida a R$ 93 mil, tem fila de espera e seu preço sobe para R$ 100 mil no mercado paralelo. Cledorvino Belini, que também é presidente da Fiat Automóveis e membro do Conselho Mundial do Grupo Fiat, responsabiliza os custos dos insumos pelo alto preço do carro feito no Brasil.


Disse que o aço custa 50% mais caro no Brasil em relação a outros países e que a energia no País é uma das mais caras do mundo. A Anfavea está fazendo um Estudo de Competitividade para mostrar ao governo o que considera uma injusta concorrência da indústria instalada no Brasil em relação aos importadores. Os fabricantes consideram que o custo dos insumos encarece e prejudica a competitividade da indústria nacional.

O aço comprado no Brasil é 40% mais caro do que o importado da China, que usa minério de ferro brasileiro para a produção, revelou Belini. Ele apontou também os custos com a logística como um problema da indústria nacional e criticou a oneração do capital. É preciso que o governo desonere o capital nos três setores: cadeia produtiva, na infraestrutura e na exportação de tributos, disse. Com a crise, o setor mostrou que tem (muita) gordura pra queimar.


O preço de alguns carros baixou de R$ 100 mil para R$ 80 mil. Carros mais caros tiveram descontos ainda maiores. São comuns descontos de R$ 5 mil, 10 mil. Como isso é possível se não há uma margem tão elástica pra trabalhar? A GM vendeu um lote do Corsa Classic com desconto de 35% para uma locadora paulista, segundo um executivo da locadora em questão.


O preço unitário foi de R$ 19 mil! As montadoras tradicionais tentam evitar o óbvio, que é a perda de participação para as novas montadoras, disse José Carlos Gandini, presidente da Kia e da Abeiva, a associação dos importadores de veículos. O dólar é o mesmo pra todo mundo. As montadoras também compram componentes lá fora, e muito. Além disso, os importados já pagam uma alíquota de 35%, por isso não se trata de uma concorrência desleal, ao contrário, as grandes montadoras não querem é abrir mão da margem de lucro. Mini no tamanho, big no preço. Mini, Fiat 500, Smart são conceitos diferentes de um carro comum: embora menores do que os carros da categoria dos pequenos, eles proporcionam mais conforto, sem contar o cuidado e o requinte com que são construídos. São carros chiques, equipados, destinados a um público que quer se exibir, que quer estar na moda. Que paga R$ 60 mil por um carro menor do que o Celta que custa R$ 30 mil e já é caro. Onde estão os R$ 30 mil que o consumidor está pagando a mais pelo Smart e o Cinquecento e os R$ 70 mil a mais pelo Mini Cooper? A Mercedes-Benz, importadora do Smart, fez as contas a nosso pedido dos acessórios do minicarro.


Ele tem quatro airbags, ar-condicionado digital, freios ABS com EBD, controle de tração e controle de estabilidade. Segundo a empresa, o custo desse pacote seria em torno de R$ 20 mil, considerando os preços de equipamentos para a linha Mercedes, uma vez que o Smart já vem completo e não dispõe dos preços desses equipamentos separados. Mesmo considerando esses preços ainda não se justifica os R$ 62 mil para um carro que leva apenas duas pessoas. A Fiat vende o Cinquencento por R$ 62 mil, exatamente, e não por acaso, o mesmo preço do Smart. O carro tem sete airbags, banco de couro, ar-condicionado digital, teto solar, controle de tração, mas é menor que o Celta. Esse pacote custaria, somando os valores dos equipamentos, conforme preços divulgados pela Fiat, R$ 24 mil. Portanto, no preço cobrado, de R$ 62 mil, tem uma margem de lucro muito maior do que a de um carro comum. E quem comprar o minúsculo Mini Cooper vai pagar a pequena fortuna de R$ 105 mil. Claro que tamanho não é documento, especialmente quando se fala de carro.


Você poderia dizer que o Ferrari é do tamanho de uma Kombi. Mas o fato é que as montadoras posicionam seus produtos num determinado patamar sem levar em conta o tamanho, o tipo de uso ou o custo do produto, mas apenas o preço que o mercado paga, optando por vender mais caro em vez de priorizar o volume, ganhando na margem de lucro. Essa política pode ser válida para uma bolsa da Louis Vuitton, um produto supérfluo destinado a uma pequena parcela da elite da sociedade, ou mesmo para uma Ferrari, pra não sair do mundo do automóvel. Mas não deveria ser para um carro comum. Além disso, existem exemplos de carro muito bem equipado a preços bem mais baixos.


O chinês QQ, da Chery, vem a preço de popular mesmo recheado de equipamentos, alguns deles inexistentes mesmo em carros de categoria superior, como airbag duplo e ABS, além de CD Player, sensor de estacionamento. O carro custa R$ 22.990,00, isso porque o importador sofreu pressão das concessionárias para não baixar o preço ainda mais. A ideia original - disse o presidente da Chery no Brasil, Luiz Curi - era vender o QQ por R$ 19,9 mil. Segundo Curi, o preço do QQ poderá chegar a menos de R$ 20 mil na versão 1.0 flex, que chega no ano que vem. Hoje o carro tem motor 1.1 litro e por isso recolhe o dobro do IPI do 1000cc, ou 13%, isso além dos 35% de Imposto Importação.


As fábricas reduzem os custos com o aumento da produção, espremem os fornecedores, que reclamam das margens limitadas, o governo reduz imposto, como fez durante a crise, as vendas explodem e o Brasil se torna o quarto maior mercado do mundo. E o Lucro Brasil permanece inalterado, obrigando o consumidor a comprar o carro mais caro do mundo.
Lucro Brasil faz consumidor pagar o carro mais caro do mundo
Por que baixar o preço se o consumidor paga? pergunta um executivo de montadora.


Texto: Joel Leite/AutoInforme
Fonte: http://www.webmotors.com.br/wmpublicador/yahooNoticiaConteudo.vxlpub?hnid=45643

CPMF .com outro nome.




sábado, 3 de setembro de 2011

O ASSALTO DA CPMF SO TROCA DE NOME

DILMA*Aceitaria*o imposto para saúde, diz Vaccarezza


Líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza declarou que Dilma Rousseff não se oporia à criação de um novo tributo destinado ao financiamento da saúde pública.

Em entrevista ao repórter Fernando Rodrigues, Vaccarezza disse: “Não só ela [Dilma] aceitaria como vários ministros também aceitariam.”

O deputado realçou que não conversou com a presidente sobre o tema. Ainda assim, repisou:

A presidente “não me disse a posição dela, mas eu acho que ela não teria nada a opor.”

As declarações de Vaccarezza soaram no pedaço da entrevista que tratou da proposta que normatiza a Emenda 29, redefinindo os investimentos em saúde pública.

Há dois dias, de passagem por Pernambuco, Dilma havia sido inquirida sobre o mesmo tema.

Ela comparou a um “presente de grego” a eventual aprovação do projeto sem a definição da fonte das verbas.

Disse que deputados e senadores deveriam ter a “firmeza de aprovar a origem do recurso.”

Perguntou-se a Vaccarezza se está 100% descartada a hipótese de recriação da CPMF, sepultada em 2007 pelo Senado.

E ele: “A CPMF, nos termos que ela existia antes, sim. Um imposto específico para a saúde, não.”

A proposta que corre na Câmara, cuja votação foi marcada para 28 de setembro, carrega uma versão modificada da CPMF.

Chama-se CSS (Contribuição Social para a Saúde). Se aprovada, incidiria sobre os cheques e transações bancárias. Exatamente como sucedia com a CPMF.

Vaccarezza disse que há opções sobre a mesa. Mencionou a legalização da jogatina e dos cassinos e a elevação do seguro obrigatório pago por proprietários de automóveis.

Em campanha, Dilma prometera regulamentar a emenda da saúde sem criar novos tributos. Hoje, parece ter arquivado o compromisso.

Não há dúvida de que a presidente “aceitaria” o novo imposto. A interrogação que bóia na atmosfera é outra: o contribuinte aceitaria?

Quanto a entrevista enveredou para a absolvição da deputada Jaqueline Roriz, Vaccarezza foi instado a revelar o próprio voto.

Esquivou-se: “Infelizmente eu não posso te responder.”

De resto, declarou-se visceralmente contrário ao fim do voto secreto em casos de cassação de mandatos e nas votações de vetos presidenciais.

Indagou: “Que liberdade de consciência terá um deputado que vai votar um veto presidencial?”

Invertendo-se a lógica do raciocínio, pode-se perguntar: o eleitor não tem o direito de saber como votam os seus “representantes”?

Ou ainda: um deputado que precisa da proteção da sombra para julgar um colega indecoroso ou para analisar um veto presidencial merece o mandato?

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Segurança Pública


Segurança Pública Por: João Carlos Goulart Domingues
Após a leitura fica evidente que as atividades desenvolvidas por empresas privadas de segurança podem sim ser consideradas de interesse público, até porque, mais importante que a definição do público e privado é a importância social que este tipo de serviço atinge, de forma positiva, na segurança das pessoas nos Estados, que muitas vezes se mostram inertes na prestação desse serviço a população.

Além disso, a proteção patrimonial, que não deve ser confundido como direito de propriedade e o direito de ir e vir dos cidadãos livres com a prestação eficiente e comprometida dos profissionais dessas empresas podem transformar-se em resultado positivo para o Estado até porque as pessoas querem, precisam e pagam, através de imposto, taxas e outras contribuições, para terem proteção.

No que concerne aos limites do termo segurança público infiro que devido a importância dada a ao tema esse limite deveria expressado por SEGURANÇA AO PÚBLICO com o regramento do Estado, assim como é feito nos dias de hoje, tendo a Policia Federal a incumbência de fiscalizar a segurança privada.

Quanto aos contratualistas acredito que as pessoas, o povo e próprio Estado “contratam” segurança pública assim como contratam saúde, educação, assistência social, etc... No entanto, a divisão do público-privado acontece porque o Público já não consegue mais fazer a prevenção e o mesmo direito natural a que se referem alguns escritores citados, me levam a pensar no que escreveu Érico Veríssimo: “ Quando a gente pensa que sabe todas as repostas, vem vida e muda todas as perguntas”.

Atualmente os cidadãos brasileiros não estão muito preocupados com quem protege se um PM, um Vigilante ou um miliciano (estado paralelo) o que ele quer é proteção ou sentir a sensação de proteção. E, mais ainda: já aproveitam para discutir em reuniões onde tenha um representante de uma instituição de segurança pública: “o modelo de segurança pública está certo? Essa é a melhor direção? As instituições de segurança têm dados científicos e compartilham esses dados? Ao mesmo tempo, que os cidadãos e cidadãs desse país já debatem através de seus representantes no Congresso Nacional (atualmente 109 Projetos de Leis sobre o tema) um modelo de estado protetor dos direitos humanos e, se o Estado do direito natural, mesmo com todas as suas dificuldades, não seria melhor que o Estado como se apresenta hoje.

Em que pese o interesse dos gestores, o dever do estado e a responsabilidade do povo, previstas no art 144 da CF/88, é inegável que a sociedade brasileira está assustada com a violência e a criminalidade, inclusive, com a grande confusão dos meios de comunicação e, por conseguinte de seus “funcionários-apresentadores” que veiculam em horários nobres, que deveriam estar cumprindo a sua função social de bem estar dos telespectadores, noticias de criminalidade como se fossem de violência e de violência como se de criminalidade fossem.

Por: João Carlos Goulart Domingues

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Vale a pena ser honesto?

É! Desisti de acreditar no país diante de tanta indignação, ao ver nossos representantes, em sua maioria, no circo da Câmara dos Deputados, absolverem a possante deputada e ladra, Jacqueline Roriz, que não foi cassada ao ser flagrada pelas câmeras recebendo propina no caso "Mensalão".
Os "Piratas" alegam que o fato não ocorreu quando ela exercia o cargo e não há como puní-la, situação esta, que anula e descredencia a Lei da Ficha Limpa, ou seja, se a dandida fosse exonerada abriria percedente para outros, que cometeram delitos parecidos antes de empossar a função. Com tanta desmoralização venho a declarar que se não houver reação por parte da sociedade, opinião pública e veículos de comunicação para fazer uma grande reforma e faxina nesta farândula, não existe mais solução e decisivamente os Poderes Constitucionais perdem o exíguo respeito que insistia em permear alguns corações iludidos.
Como cobrar da sociedade?Como exigir profissionalismo e dedicação de médicos, professores e policiais, que tentam construir um país decente, apesar do salário indigno,ao se desdobrarem para educar, proteger e dar saúde a estes milhões de brasileiros, enganados por esta corja de políticos.
Enquanto isto, Heloísa Helena, ex-senadora, mulher descente, idônea, e com muita vontade política, passa mal e é internada num hospital de alagoas, talvez se sentindo impotente de criar um antídoto para este veneno que assola e destrói nosso país chamado: CORRUPÇÃO.
AÍ EU ME PERGUNTO, VALE A PENA SER HONESTO?

veloso
Rio de Janeiro/RJ - Brasil


niky: acorrupção não e de hoje sempre teve

De tanto ver crescer a INJUSTIÇA, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos MAUS, o homem chega a RIR-SE da honra, DESANIMAR_SE de justiça e TER VERGONHA de ser honesto”

Rui Barbosa